Um ensaio filosófico sobre o filme “A Origem”

Para pular a parte das explicações preliminares (que eu acho um troço chato) sobre o filme Inception (em português, A Origem), deixo aqui um link para um artigo explicativo sobre o mesmo (ficha técnica, autor, ano de lançamento, sinopse, etc.). Se preferirem voltar somente após se inteirarem do filme, basta acessar: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/c.asp?id=10141.

Após assistir ao filme A Origem, do diretor de Amnesia e Insomnia — Crystopher Nolan , protagonizado pelo hollywoodiano Leonardo Di Caprio, muitas questões filosóficas e existenciais começaram a pulular em minha mente. Seríamos todos partes do “sonho” de Deus? Afinal, Deus “acordado” seria eterno. Para que partes da essência eterna de Deus pudessem se manifestar em estado diferente, Deus (o Todo não-personificado) teria de “dormir” também.

Após quase três anos mantendo esse tema em banho-maria, eis algumas especulações que teci sobre o filme:

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Exus e os Reptilianos

Sim, é isso que estão a pensar: neste post, traço uma ligação entre os espíritos, conhecidos na Umbanda como Exus, e os seres ditos extraterrestres chamados de Anunnaki, de uma raça mencionada no meio ufológico moderno como Reptilianos. Já me tacharam de maluco em um fórum no Orkut, não dando muito crédito à ideia, mas creio que, com a minha vivência por anos na Umbanda, posso usar de elementos analógicos suficientes para estabelecer um paralelo entre os tais Exus e a casta Reptiliana. Embora incômoda ou exótica, como queiram, tal paralelo realmente me parece razoável, ao menos do ponto-de-vista de que me utilizo.

Antes de mais nada, quero dizer que, apesar de convertido ao Catolicismo, meu escopo de pesquisa não se limita aos temas cristãos, mas abrange também outros tópicos controversos que julgo merecedores de investigação. Se, por um lado, minha passagem por religiões de falsos deuses (ou deuses usurpadores) me fez afastar-me das virtudes preferíveis do ideal cristão, colocando em risco a salvação de minha própria alma, propiciou um conhecimento apropriado desses outros fenômenos religiosos tradicionais.

Portanto, me desculpem os prosélitos católicos se não perfaço o protótipo desejável de fiel evangelizador. Antes seja eu autenticamente imperfeito e que possa aprender com o Espírito Santo a caminhar do que uma alma moldada perfeitamente em forma aceita pelo Mundo!

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Para que o leitor leigo ou não familiarizado com os dois termos (Exus e Reptilianos) possa acompanhar a linha rápida de raciocínio, sugiro que dê uma olhada nas definições correlatas.  Continue Lendo “Exus e os Reptilianos”

O Zero e Deus

Como primeiro delírio do Claustrum, nada melhor que “começar do início”, pelo número Um, certo? Errado! Começamos a partir do Nada, repostando um de meus artigos mais complexos publicados no Dies Irae e falando sobre a mística do Zero, a figura do Supremo Ser Preexistente (que existe fora de nossa Existência e dela fora a Fonte). Os Cabalistas chamam-no de Eterno, Existência Negativa ou, simplesmente, Ain (o Nada).

Vamos acompanhar?

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